quinta-feira, julho 3
quarta-feira, julho 2
"(...)Congresso Feminista: vírgula,"
Congresso Feminista 2008: um olhar retrospectivo [anabela santos]
Todos diferentes, todos feministas [sylvie oliveira]
Os feminismos e os desafios para o nosso século [colectivo feminista]
80 anos depois [joão manuel oliveira]
Dia II do congresso feminista 2008 [cristina l. duarte]
Política do estilo e estilo da política [miguel vale de almeida]
Congresso Feminista 2008 [sofia neves]
Dias animados [sem bikini]
Impressões do Congresso Feminista (I), (II), (III), (IV) [woman like you]
Mulheres [miguel portas]
Do congresso feminista, da marcha lgbt e do arraial pride [poppie] Da desconstrução [woab]
Média (ver também Elas nas notícias)
JN
RTP
Jornalismo Porto Net
Diário IOL1 e outro
Público 1, 2 e ainda
O mirante 1 e 2 e outro acabadinho de chegar
Se tiverem mais coisas, amandemdaí!
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7/02/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008
sábado, junho 7
FEMINISTAS MODERNAS VÃO QUEIMAR IMPLANTES DE SILICONE NA GULBENKIAN
Inimigo Público, 06/06/08
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6/07/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Estereótipos das/dos feministas
terça-feira, maio 13
"UMAR-te assim perdidamente" ou... a Caminho do Congresso feminista 2008
12 de Maio_Pulsos de Ferro
Hoje, a luta não é apenas pela conquista, mas também pela conservação dos nossos direitos
Na convicção que o conhecimento da historiografia é um trajecto emancipatório, o ciclo de cinema “UMAR-te assim perdidamente” inaugurou sete dias de fimes e debates com a exibição de “Pulsos de Ferro” (Iron Jewad Angels, de Katja von Garnier) que retrata a luta das sufragistas norte-americanas pelo direito ao voto.
Focando-se na forma como as activistas Alice Paul e Lucy Burns desafiaram as fronteiras políticas -criando uma ala radical que as demarcaria do restante movimento sufragista -“Pulsos de Ferro” culmina com a conquista do direito ao voto em 1920.
Fazendo a ponte com a situação vivida em Portugal, durante o Estado Novo e imediatamente a seguir à revolução de Abril, Irene Pimentel e Fina d’Armada conduziram, num tom intimista e informal, a viagem pela história, cruzando questões de desigualdade social, económica e política dos sexos.
A história foi mote para pensar e debater os movimentos sociais e a situação presente de muitas mulheres, sublinhando-se a forma como a desigualdade entre mulheres e homens é hoje sub-repticiamente mantida e reforçada.
Porque o tema foi também a difícil gestão do tempo ou a dupla jornada de trabalho a que muitas mulheres estão sujeitas -e porque a noite ia longa- a conversa terminou na certeza de que uma luta, por ser antiga, não se pode dizer obsoleta.
(clicar na imagem para aumentar)
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5/13/2008
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Marcador: Agenda, Cinema, Congresso Feminista 2008, Feminismo para quê?, Histórias para não adormecer, Marcas/os Feministas, UMAR
segunda-feira, maio 5
Semana da Sexualidade sem tabu

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5/05/2008
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quarta-feira, abril 30
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4/30/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Feminismo para quê?
sexta-feira, abril 11
FEIRA PEDAGÓGICA ou... Braga a caminho do Congresso Feminista 2008
entrada livre
No âmbito das iniciativas de divulgação do Congresso Feminista 2008, a UMAR, em parceria com a Associação Académica da Universidade do Minho, realizará uma semana de debates, performances e exposição de materiais em stand, na Feira Pedagógica da Universidade do Minho.
Programa:
14 de Abril
15 de Abril
Moderação: Almerindo Janela Afonso
16 de Abril
16:00h
17 de Abril
15:00hs
18 de Abril
15:00hs
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4/11/2008
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Marcador: Agenda, Congresso Feminista 2008, UMAR
terça-feira, março 18
CONVERSAS NO TANQUE ou... a caminho do Congresso Feminista 2008
CONVERSAS NO TANQUE

A primeira destas conversas realiza-se
4ª feira – 19 de Março – 21h
com o tema
Mulheres e Artes
participação de
Eduarda Dionísio
Isabel Ruth
Sílvia Chicó
Sofia Areal
Moderação de Maria Antónia Fiadeiro
Iniciativas seguintes: 23 de Abril (Mulheres e Lideranças); 21 de Maio (Direitos Humanos e Igualdades); 18 de Junho (Feminismos e Controvérsias).
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3/18/2008
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Marcador: Arte feita pelas mulheres, Congresso Feminista 2008, UMAR
terça-feira, março 11
Na ROTA DOS FEMINISMOS ou... a caminho do Congresso Feminista 2008
Diário de Bordo: 2º dia
Foi também momento do lançamento, pela Marcha Mundial das Mulheres, da campanha “Nem mais uma” (mulher assassinada). O colorido dos cartazes foi sublinhado pelas braçadeiras negras, sendo feito o desafio de se usar essa braçadeira quando uma mulher for assassinada; como forma de denúncia.

O jantar, em Évora, foi seguido por concerto na associação “Pé de Xumbo”. O cansaço rapidamente foi abafado pela música dos “Tanira”
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3/11/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Dia Internacional da Mulher, Rota dos Feminismos, UMAR
segunda-feira, março 10
sexta-feira, março 7
Na ROTA DOS FEMINISMOS ou... a caminho do Congresso Feminista 2008
Diário de Bordo: 1º dia
Saímos do porto às 7.45h com direito a Porto Canal. Pelo caminho, a Fina d'Armada ia contando histórias das mulheres das localidades por onde iamos passando. A Maria José Magalhães, de energia contagiante (como sempre, aliás) lá ia convocando as presentes à cabine de som (leia-se microfone) para se apresentarem: "As mulheres não têm de temer falar em público. Temos de tomar a palavra! Vamos lá!". A Manuela Tavares falou da Madalena Barbosa, da Maria Lamas e a sua viagem pelo país e tivemos direito a leitura de excertos d' "As mulheres do meu país", pela Artemisa Coimbra.
Chegadas a Melgaço, fomos recebidas pela vereadora da cultura Maria José Codesso e depois de uns minutos na câmara, seguimos para a feira. Pelo caminho, de panfletos, megafone e perguntas na mão, falamos com algumas mulheres.
A uma perguntei:
- Então já ouviu falar disto dos feminismos? Sabe o que é?
Respondeu que não, de olhar humilde, lenço negro na cabeça e o bigode sem timidez.
Perguntei-lhe se achava que mulheres e homens são tratados da mesma forma, ao que respondeu:
- Não, menina. As mulheres são mais maltratadas, não é?
- O feminismo é lutar para que isso mude; para que mulheres não sejam maltratadas, como diz; é, muito simplesmente, para que mulheres e homens possam ter os mesmos direitos.
- Ah... é isso o feminismo?! Então sou feminista!
Ganhei o dia logo ali! Mas a rota seguiu.
Na feira fizemos uma performance: sendo nós barro (estátuas no meio da praça), a Maria José Magalhães ia pedindo às pessoas em volta que dissessem como era a mulher ideal.
- É trabalhadeira! - dizia uma mulher que passava. E logo uma de nós, esculpida pela Deidré Matthee, assumia a postura de uma mulher a trabalhar. (as fotos vêm mais tarde, que as mãos eram de barro e não podiam segurar a câmara).
- É uma mulher dos calendários! - e lá ia a escultora trabalhar o barro.
- É a que faz tudo o que homem quiser
E as esculturas continuaram, comandadas pelo megafone.
Seguimos viagem. Viana do Castelo foi a paragem seguinte.
E aí ouvimos coisas como "a mulher ideal é forte.", "é o mundo", "é solidária e companheira", "é pensadora"... e muitos outros "é's".
Já em Braga, o almoço foi na Universidade, seguido de uma tertúlia na "Velha-a-Branca", organizada pelo núcleo de Braga da comissão promotora do Congresso Feminista 2008: Anabela Santos, Catarina Dias, Sylvie Oliveira.
Antes da retomada ao Porto, uma paragem em Famalicão. Muitos e muitas estudantes a responderem a'"o que é o feminismo?". No meio de tantas mulheres e homens interessandos/as e a dizerem-se feministas, um "feminismo é o contrário de machismo, não é?", passou quase despercebido, não fosse uma ideia recorrente.
O ciclo fecha-se no Porto, com o Diário de Bordo deste primeiro dia. As organizadoras: Vânia Martins, Ilda Afonso e Artemisa Coimbra projectaram as fotos (algumas delas aqui), fizeram o balanço (saldo -muito- positivo!) e para muito mais não deu que o dia ia longo e o jantar esperava.
Mas mais haverá.
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3/07/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Dia Internacional da Mulher, Rota dos Feminismos, UMAR
quarta-feira, fevereiro 20
Novo prazo para inscrições: 4 de Março
Tal como Maria Lamas percorreu Portugal nos anos de 1940 para conhecer as alegrias, os trabalhos e as dores das mulheres do seu tempo, também a UMAR, a Comissão Organizadora e Promotora do CONGRESSO FEMINISTA 2008, nos dias 7, 8 e 9 de Março, na “ROTA DOS FEMINISMOS”, ruma às cidades e vilas portuguesas, na demanda dos sentires e dos quereres das portuguesas do séc. XXI.
Ouviremos o que significa hoje ser feminista no Minho, nas Beiras, no Alentejo, no Algarve, assim como em cidades como Coimbra, Braga, Porto, Setúbal e Lisboa.
Questionaremos se a nossa acção como feministas tem eco nas suas vidas, se o feminismo tem sentido para elas, se faz alguma diferença.
No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, vamos espalhar o feminismo!
DIA 1: Sexta-feira, 07.03.08
7:00 Partida do PORTO
8:30 VALENÇA
9:30 MELGAÇO
10:30 VALENÇA
11:00 CAMINHA
12:00-13:00 VIANA DO CASTELO
14:00-17:00 BRAGA Almoço + actividade na Universidade do Minho
18:30 VILA NOVA DE FAMALICÃO
20:00 PORTO Jantar e dormidaDIA 2: Sábado, 08.03.08 DIA INTERNACIONAL DA MULHER
7:00 Partida do PORTO
9:00-10:00 VOUZELA
11h-13h45 TONDELA Almoço
14h30-16:00 COIMBRA Actividade no Parque verde da cidade
17:00-18:00 SANTARÉM Actividade na Escola Superior de Educação
20:00 ÉVORA Jantar
BEJA Dormida na Pousada Juventude
DIA 3: Domingo, 09.03.08
9:30 Partida de BEJA
10:30 SERPA Actividade
12:30-15:00 ALMODÔVAR Almoço
17:00-18:00 S. BRÁS DE ALPORTEL
20:30-23:00 SETÚBAL Jantar
23:00 Regresso ao Porto
Em todos os locais de paragem, à excepção dos de partida, há actividades dinamizadas por associações locais. Contactos/ inscrições: Artemisa Coimbra: 967512334/ ascoimbra@netcabo.pt; Ilda Afonso: 918139163/umarporto@sapo.ptMais informações em http://www.congressofeminista2008.org/
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2/20/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Dia Internacional da Mulher, Rota dos Feminismos, UMAR
quarta-feira, setembro 5
Dar voz aos feminismos como corrente de pensamento e acção
Dar visibilidade aos feminismos como uma corrente plural de pensamento e de acção na sociedade portuguesa, envolver diversos sectores sociais, culturais, associativos e políticos de forma a que os feminismos se projectem para além das universidades são, alguns dos objectivos do 3º Congresso Internacional Feminista que se realizará em Junho do próximo ano, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.De acordo com a professora universitária e investigadora Maria José Magalhães, da Comissão Organizadora, a realização deste congresso pretende "possibilitar o debate e a expressão de novas formas de intervenção artísticas e comunicacionais, em torno de novas áreas que envolvam o diálogo intermulticultural entre uma multiplicidade de actores sociais".
O 3ºCongresso realizar-se-á em 2008, precisamente no ano em que se celebram os 80 anos do último Congresso Feminista e da Educação, organizado pelo Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, cabendo, na altura,a intervenção de abertura a Elina Guimarães.
A verdade é que a a chamada "memória histórica" do feminismo foi-se apagando ao longo da década de 50 e a expressão "feminismo" acabaria mesmo por deixar de fazer parte do vocabulário político. Contudo, e segundo Maria José Magalhães, a vitória do "sim" no último referendo sobre a despenalização do aborto proporcionou uma nova etapa às mulheres em Portugal, "enquanto uma das dimensões importantes na determinação dos nossos destinos como mulheres".
Mas para a investigadora e também vice-presidente da UMAR (União das Mulheres Alternativa e Resposta), uma das instituições envolvidas na organização desta iniciativa, o próximo Congresso Feminista justifica-se, "porque ainda se verificam muitas injustiças e discriminações sobre as mulheres, fundamentalmente no acesso ao emprego por parte das jovens que são preteridas face aos homens mesmo com melhores médias e mais formação; no acesso a cargos de chefia, ainda que com maior curriculum ou mérito; no acesso aos lugares de topo na política; na aplicação dos direitos de maternidade, sobretudo no caso das profissões das classes trabalhadoras e nas de carreiras das classes mais eruditas, como as académicas, gestoras empresariais, entre outras".
Apesar de estar em fase de preparação, sabe-se que a comissão promotora integrará diversas personalidades, nomeadamente Lígia Amâncio, Ana Sara Brito, Irene Ramalho de Sousa Santos, Lídia Jorge, Manuela Tavares, Duarte Vilar, Elizabete Brasil e Fernanda Henrique, Helena Araújo , Virgínia Ferreira e Miguel Vale de Almeida.
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9/05/2007
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Maria José Magalhães, Mulheres e Média, UMAR
