domingo, março 15
terça-feira, novembro 11
Transsexualidade no cinema
When their portraits become wildly popular in 1920s Copenhagen, Greta encouraged her husband to adopt the female guise. What began as a harmless game led Einer to a metamorphosis and landmark 1931 operation that shocked the world and threatened their love.
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11/11/2008
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segunda-feira, novembro 10
Ao (fim do) sétimo dia...
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11/10/2008
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quarta-feira, setembro 24
Quáse-post Quáse sobre o festival de cinema
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9/24/2008
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quinta-feira, setembro 4
Quem canta consente (13)
(...) you find your demon's your best friend (...)
Justin Bond and the Hungry Marching Band
"In the end"
(do filme "shortbus")
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9/04/2008
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terça-feira, maio 13
"UMAR-te assim perdidamente" ou... a Caminho do Congresso feminista 2008
12 de Maio_Pulsos de Ferro
Hoje, a luta não é apenas pela conquista, mas também pela conservação dos nossos direitos
Na convicção que o conhecimento da historiografia é um trajecto emancipatório, o ciclo de cinema “UMAR-te assim perdidamente” inaugurou sete dias de fimes e debates com a exibição de “Pulsos de Ferro” (Iron Jewad Angels, de Katja von Garnier) que retrata a luta das sufragistas norte-americanas pelo direito ao voto.
Focando-se na forma como as activistas Alice Paul e Lucy Burns desafiaram as fronteiras políticas -criando uma ala radical que as demarcaria do restante movimento sufragista -“Pulsos de Ferro” culmina com a conquista do direito ao voto em 1920.
Fazendo a ponte com a situação vivida em Portugal, durante o Estado Novo e imediatamente a seguir à revolução de Abril, Irene Pimentel e Fina d’Armada conduziram, num tom intimista e informal, a viagem pela história, cruzando questões de desigualdade social, económica e política dos sexos.
A história foi mote para pensar e debater os movimentos sociais e a situação presente de muitas mulheres, sublinhando-se a forma como a desigualdade entre mulheres e homens é hoje sub-repticiamente mantida e reforçada.
Porque o tema foi também a difícil gestão do tempo ou a dupla jornada de trabalho a que muitas mulheres estão sujeitas -e porque a noite ia longa- a conversa terminou na certeza de que uma luta, por ser antiga, não se pode dizer obsoleta.
(clicar na imagem para aumentar)
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5/13/2008
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segunda-feira, maio 5
Semana da Sexualidade sem tabu

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5/05/2008
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sábado, março 22
Um doce para as cuscas -de quem tanto me lembrei ao ver o filme
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3/22/2008
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quarta-feira, fevereiro 6
Sedução| conspiração
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2/06/2008
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terça-feira, dezembro 11
Film or someting like it
Venha um filme de domingo para nos distrairmos das consequências das distracções do dia anterior. Comando na mão, cobertor sobre as pernas e ressaca sob vigilância: a missão é vegetar.Uma vida em Sete Dias, com a Angelina Jolie, parece cumprir a função. Arrisca-se.
O filme mostra a historinha de uma mulher com passado de patinho feio (typical!) que se torna numa deslumbrante repórter, famosa, rica e noiva de uma cobiçada figura do baseball. Numa reportagem, entrevista um “profeta” que lhe anuncia a morte dali a sete dias.
E, a partir daí, não são precisos mais de sete segundos para querer que ela morra mesmo.
7. Apercebe-se do vazio da sua vida
6. Mulher bem sucedida é sempre infeliz
5. Que o noivo não está verdadeiramente apaixonado por ela (como o seu companheiro de trabalho e de outros lençóis)
4. Mulher bem sucedida é sempre infeliz;
3. Ao conseguir o desejado lugar na tv nacional prefere ficar na terrinha com o seu amorzinho - o totó sentimentalóide.
2. Mulher pouco ambiciosa e que troca o trabalho pelo amorzinho é sempre feliz!
1. Por que raio tem de ser sempre a mesma moral?
Temos de avisar os senhores que o objectivo é vegetar enquanto vemos o filme. Não enquanto o fazem. 0
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12/11/2007
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sábado, junho 30
Era uma vez...
...um Reino chamado Bué Bué Longe, onde vivia Fiona, a Branca de Neve, a Bela Adormecida, a Cinderela, sua irmã (transsexual?) e outras afamadas personagens dos contos de fadas. Um dia, enquanto bebiam chá e partilhavam as agruras da vida de princesa (ou fada – do lar), foram capturadas e encarceradas por um senhor muito mau que queria ser rei de Bué Bué Longe. Apesar de desconfortável, aquela não era situação que lhes fosse assustadora; sabiam que - a história e as estórias sempre lho disseram - algures, os seus príncipes galopavam para o final feliz. Mas Fiona – uma Ogre (só podia ser uma gaja verde) – não queria ser apenas uma boazona, meiga e passiva à espera da salvação. Sem precisar chorar nem mostrar as mamas – parece que há gajas que sabem, imagine-se, argumentar - Fiona convence as princesas a lutarem pela sua liberdade (libertação?). A partir daí, é vê-las a camuflarem-se, a rasgar os vestidos e a deixarem a nu as suas tatuagens. Pelo meio (abençoado cliché), há um soutien queimado. E lá vão elas – escapando ao Mulheres Contra Mulheres – derrubar muros, espancar soldados e chegar a tempo de salvar o Shrek. Tudo isto com Led Zeppelin – qual Zeca Afonso – dando som aos dias-já-não-mais-silenciosos.
E eis que chega o fim. Do que se espera um início. É que, como diz Sérgio Godinho, é de pequenino que se torce o destino.
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6/30/2007
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segunda-feira, junho 11
Para ver. Em todos os sentidos.
Florence Rochefort, Laurence Klejman
Cobardia porque é muito mais confortável ser-se feminista e não usar o “rótulo” (não temos de nos ver associadas aos estereótipos comuns – só ficamos com a parte “boa”). Por outro lado – o com mais peso – sentia que ao mostrar algum tipo de desconforto com o “engavetamento” – apesar de já lá estar - era dizer a todas as mulheres que lutaram (e lutam) pelo que hoje temos que estamos muito agradecidas e tal mas que não somos como elas, nem queremos ser. É óbvio que não concordo com todos os feminismos, não assinaria o manifesto SCUM, por exemplo, nem defenderia uma igualdade pela aproximação ao comportamento masculino. A questão é que essas “correntes” não deixam de encaixar na definição ali em cima. Fazem-no pela consciência de opressão e pela vontade de a anular.
Compreendo os receios, acabei de confessar os meus, e por isso devia ser mais tolerante, mas a verdade é que sinto o “defendo a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres, luto por isso no meu dia a dia, mas não; não sou feminista” como uma facada.
Ao ver o filme Votes for Women que é excelente retrato das (diferentes, mas imprescindíveis, posições de associações) sufragistas americanas e o longo percurso até conseguirem o voto no feminino, tive a perfeita noção do quão ingrata estava a ser – e todas as pessoas que são feministas mas não o assumem. É que é diferente ler-se a história escrita - os percursos racionalizados em frases – e ver o pormenor; as dificuldades SENTIDAS (não só contadas com o distanciamento que sempre se tem). É diferente contarem-nos que muitas sufragistas foram presas, durante as suas lutas, e VER (ainda que em filme) como eram tratadas na prisão; como eram espancadas, torturadas, manipuladas, etiquetadas como mentalmente insanas (“a coragem num homem é loucura nas mulheres”) - tudo pelo direito das mulheres votarem.
E fiquei com vontade de dizer a todas/todos os que defendem o feminismo mas recusam o rótulo, para verem o filme. Para verem o injusto que é essa posição fraca – e no filme vê-se bem isso na personagem Emily Leighton (“pessoas assim são piores que os anti-sufragistas”, dizia-lhe Alice Paul).
E serve também, para mim, para quem passa a vida a tentar desvalorizar todo o feminismo. Se hoje não vêm a necessidade de o “adoptar” – isso daria muitos outros posts – pelo menos, que se faça a devida vénia ao que foi. E se acabe com a cegueira, pelo menos quanto ao passado.
Realizadora: Katja von Garnier
Partes do filme podem ser vistas aqui
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6/11/2007
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quinta-feira, novembro 2
O Diabo veste Prada
"Em "O Diabo Veste Prada", Andrea (Anne Hathaway) consegue o seu primeiro emprego na mais importante revista de moda de New York, a "Runway Magazine".
Andrea terá o desafio de ser assistente da toda poderosa Miranda Priestly (Meryl Streep). Apesar de ser uma oportunidade pela qual um milhão de jovens mulheres em Nova York chegariam a matar para conseguir, ela vai descobrir que não será fácil sobreviver a ela.
A modelo brasileira, Gisele Bündchen, faz uma pequena participação no filme, como uma empresária do mundo da moda.
A personagem de Meryl Streep é inspirada na famosa editora da revista Vogue americana, Anna Wintour.
Laura Weisberger, autora do livro, "O Diabo Veste Prada", trabalhou como assistente de Anna na publicação.
De acordo com a revista americana Radar, ela pediu que nenhum estilista participasse ."
Saliento o grande papel que a Meryl Streep faz, mais uma vez, prova a grande actriz que é!
Vale a pena ver o filme, porque nem que seja por um momento, todas as mulheres sonham com o seu momento na passadeira vermelha, ou não?!
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cuscólica anónima
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11/02/2006
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