25 Novembro: Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres
Outros cartazes, da campanha espanhola, "Desenhadores contra a violência machista" aquiÉ favor ouvir risinhos e gritinhos quando se cuscar as cusquices. É que blogue de gaja que se preze (é redundante como se vê) tem banda sonora e é cor-de-rosa. Até aqui, estamos bem! Continuemos, pois.
Outros cartazes, da campanha espanhola, "Desenhadores contra a violência machista" aqui
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11/25/2008
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11/24/2008
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10/31/2008
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9/04/2008
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- Estou sim, bom dia. Estou a falar com a Cuscavel?- Olá, bom dia. Sou eu, sim.- Estou a ligar da rádio xpto. Podemos falar um bocadinho sobre o número de mulheres assassinadas até à data?- Desculpe, estou de férias; não estou a par...- Estou a falar a propósito da notícia do DN de hoje sobre as 31 mulheres assassinadas e a possível relação com a crise económica...
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8/25/2008
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6/02/2008
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5/04/2008
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2/21/2008
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11/10/2007
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7/17/2007
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6/22/2007
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Hoje Recebi Flores!
"Não é o meu aniversário ou nenhum outro dia especial;
tivemos a nossa primeira discussão ontem à noite e ele disse-me muitas coisas cruéis que me ofenderam de verdade.
Mas sei que está arrependido e não as disse a sério, porque ele me enviou flores hoje.
Não é o nosso aniversário ou nenhum outro dia especial.
Ontem ele atirou-me contra a parede e começou a asfixiar-me. Parecia um pesadelo, mas dos pesadelos acordamos e sabemos que não é real.
Hoje acordei cheia de dores e com golpes em todos lados.
Mas eu sei que está arrependido porque ele me enviou flores hoje.
E não é São Valentim ou nenhum outro dia especial.
Ontem à noite bateu-me e ameaçou matar-me.
Nem a maquiagem ou as mangas compridas poderiam ocultar os cortes e golpes que me causou desta vez. Não pude ir ao emprego hoje porque não queria que se apercebessem.
Mas eu sei que está arrependido porque ele me enviou flores hoje.
E não era dia da mãe ou nenhum outro dia.
Ontem à noite ele voltou a bater-me, mas desta vez foi muito pior. Se conseguir deixá-lo, o que é vou fazer? Como poderia eu, sozinha, manter os meus filhos? O que acontecerá se faltar o dinheiro?
Tenho tanto medo dele!
Mas dependo tanto dele que tenho medo de o deixar.
Mas eu sei que está arrependido, porque ele me enviou flores hoje.
Hoje é um dia muito especial: É o dia do meu funeral.
Ontem finalmente conseguiu matar-me.
Bateu-me até eu morrer.
Se ao menos tivesse tido a coragem e a força para o deixar... Se tivesse pedido ajuda profissional...
Hoje não teria recebido flores!
Morrem 5 Mulheres por mês em Portugal vítimas de maus tratos!
Mulheres lembrem-se, é vital ultrapassar o sentimento de culpa e DENUNCIAR."
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6/21/2007
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5/31/2007
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5/23/2007
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“A violência contra as mulheres é talvez a mais vergonhosa violação dos direitos humanos. Não conhece fronteiras geográficas, culturais ou de riqueza. Enquanto se mantiver, não poderemos afirmar que fizemos verdadeiros progressos em direcção à igualdade, ao desenvolvimento e à paz.”
Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas
É na família, na intimidade do lar, que as mulheres sofrem grande parte da violência de que são alvo.
As mulheres são maltratadas, não só quando agredidas fisicamente, mas também quando são objecto de insultos, humilhações, abandono e ameaças. Este tipo de maus-tratos pode deixar marcas tão profundas como as que deixam os espancamentos ou feridas.
O agressor é quase sempre o marido ou companheiro mas também pode ser o pai, irmão, padrasto, filho ou outros familiares.
Em Portugal, por semana, cerca de seis mulheres são vítimas de crimes contra a vida.
Os maus-tratos físicos são formas de agressão desde a bofetada, soco, pontapé até espancamentos, agressões com objectos e armas. É uma ofensa tão grave que a lei portuguesa a considera fundamento para pedir o divórcio.
O Código Penal português prevê e pune os crimes de violência contra a família. O artigo 152 º do Código Penal atribui ao crime de maus-tratos, físicos e psíquicos, a natureza pública, punindo com pena de prisão de 1 a 5 anos quem infligir maus-tratos físicos ou psíquicos ao cônjuge ou a progenitor ou descendente comum em 1º grau. Dado tratar-se de crime de natureza pública, este crime não carece de queixa mas tão só de denúncia e os agentes da autoridade não podem deixar de tomar conta da ocorrência e comunicá-la ao Ministério Público para instauração de inquérito.
Qualquer pessoa pode denunciar, na esquadra ou posto local próximo, caos de violência domésticos ou maus-tratos em geral. As autoridades policiais são obrigadas a comunicar ao tribunal e a protecção das testemunhas está assegurada pela lei relativa à protecção de testemunhas.
Muitas mulheres sentem vergonha quando são vítimas de agressão, calando-se e afastando-se das pessoas que a rodeiam, o que as torna mais vulneráveis e à mercê do agressor e também devido à dependência económica e ao receio de novas agressões, o que faz com que o agressor se sinta impune e repita a agressão. A violência contra a mulher não é um problema que só respeita ao casal: é um problema social.
O velho ditado “entre marido e mulher não se mete a colher” não pode ser mais falso quando se trata deste crime. Muitos homens receiam o conhecimento público dos seus actos violentos e hesitarão cometê-los se souberem que serão denunciados quer pela vítima quer por alguém que tome conhecimento deles.
A violência contra as mulheres é uma violação dos direitos humanos fundamentais: da liberdade, da integridade física, da dignidade individual e da própria vida.
Cabe a cada um/a de nós mudar esta realidade....
http://www.mdmulheres.com/violencias.html
É por isto que temos de continuar a lutar pela mulheres que sofrem em silêncio e encorajá-las a lutarem pela sua liberdade!!
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cuscarédo
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4/13/2007
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