terça-feira, março 25

This is What a Feminist Looks Like!



Vejam este fantástico vídeo da Feminist Majority Foundation! E acabadinho de sair do forno (gajas, feminismos e metáforas gastronómicas... nem de propósito!)

sábado, março 22

Um doce para as cuscas -de quem tanto me lembrei ao ver o filme


Saída do cinema, de caramel ainda nos dedos, deixo apenas retinir a garrida simplicidade de um universo de mulheres. Porque a cumplicidade -sempre convocada- assim o exige: que quase tudo se diga em poucos dizeres.

terça-feira, março 18

CONVERSAS NO TANQUE ou... a caminho do Congresso Feminista 2008

No âmbito do Congresso Feminista 2008, o Chapitô e a UMAR estão a promover debates mensais temáticos designados

CONVERSAS NO TANQUE

A primeira destas conversas realiza-se

4ª feira – 19 de Março – 21h
com o tema

Mulheres e Artes
participação de

Eduarda Dionísio
Isabel Ruth
Sílvia Chicó
Sofia Areal
Moderação de Maria Antónia Fiadeiro


Iniciativas seguintes: 23 de Abril (Mulheres e Lideranças); 21 de Maio (Direitos Humanos e Igualdades); 18 de Junho (Feminismos e Controvérsias).

Quem canta consente (10) ou...



... mesmo que não se (con)sinta, que se cante!

quarta-feira, março 12

The Death of the Moth

"(...) while I was writing this review, I discovered that if I were going to review books I should need to do battle with a certain phantom. And the phantom was a woman, and when I came to know her better I called her after the heroine of a famous poem, The Angel in the House. It was she who used to come between me and my paper when I was writing reviews. It was she who bothered me and wasted my time and so tormented me that at last I killed her. (...) She was intensely sympathetic. She was immensely charming. She was utterly unselfish. She excelled in the difficult arts of family life. She sacrificed herself daily. If there was chicken, she took the leg; if there was a draught she sat in it—in short she was so constituted that she never had a mind or a wish of her own, but preferred to sympathize always with the minds and wishes of others. Above all—I need not say it—she was pure. (...)


And when I came to write I encountered her with the very first words. The shadow of her wings fell on my page; I heard the rustling of her skirts in the room. Directly, that is to say, I took my pen in my hand to review that novel by a famous man, she slipped behind me and whispered: “My dear, you are a young woman. You are writing about a book that has been written by a man. Be sympathetic; be tender; flatter; deceive; use all the arts and wiles of our sex. Never let anybody guess that you have a mind of your own. Above all, be pure.” And she made as if to guide my pen. (...) I turned upon her and caught her by the throat. I did my best to kill her. My excuse, if I were to be had up in a court of law, would be that I acted in self–defence. Had I not killed her she would have killed me. She would have plucked the heart out of my writing. For, as I found, directly I put pen to paper, you cannot review even a novel without having a mind of your own, without expressing what you think to be the truth about human relations, morality, sex. And all these questions, according to the Angel of the House, cannot be dealt with freely and openly by women; they must charm, they must conciliate, they must—to put it bluntly—tell lies if they are to succeed. Thus, whenever I felt the shadow of her wing or the radiance of her halo upon my page, I took up the inkpot and flung it at her. She died hard. Her fictitious nature was of great assistance to her. It is far harder to kill a phantom than a reality. She was always creeping back when I thought I had despatched her. (...) But it was a real experience; it was an experience that was bound to befall all women writers (...). Killing the Angel in the House was [is?] part of the occupation of a woman writer.

Virginia Woolf
"Professions for women", in Women and writing

Imagem: Shirin Neshat

terça-feira, março 11

Na ROTA DOS FEMINISMOS ou... a caminho do Congresso Feminista 2008

Diário de Bordo: 2º dia


O segundo dia da ROTA DOS FEMINISMOS arrancou do Porto em direcção a Vouzela. Aí, fomos recebidas pelo presidente da câmara municipal, e por Carmo Bica, da Associação de Desenvolvimento Rural de Lafões, que nos falaram das especificidades das necessidades e problemas das mulheres do interior. Foi pena não termos estado junto a essas mulheres, mas o encontro valeu pelo estabelecimento de redes e pelas sinergias criadas e planeadas para projectos futuros.


O rossio, em Viseu, foi a paragem seguinte. Junto ao chafariz, o chamariz era outro: o megafone e as estátuas prontas a ser moldadas de acordo com “a mulher ideal”izada pelos e pelas curiosas que passavam.

“A mulher é o paraíso, se não for temperada pelo diabo”; “a mulher é ideal é boa mãe, boa esposa e boa avó”, “a mulher ideal é trabalhadora, honesta”. Uma outra mulher, de braço dado com o companheiro, ia dizendo que a mulher ideal era a que não dependia de um homem, olhada atentamente por um engraxador de sapatos que se apressou a acrescentar que “a mulher é que manda”.

......

Terminadas as esculturas e chegados os malabares, a rota continuou por outras ruas de Viseu, estacando à passagem de um grupo de mulheres de Gaia que havia deixado “os homens em casa” para “festejar o Dia da Mulher”. Várias vozes, a uma só, cantavam “abaixo o machismo”, “abaixo a homofobia”, “abaixo o racismo”, de corpo apressado a acompanhar a voz, compassado pelo êxtase das cumplicidades.

Depois do almoço, a rota percorreu o mercado de Viseu onde muitas histórias se ouviram e nos fizeram sentir que tínhamos de voltar.
Coimbra foi a paragem seguinte. A expectativa era muita, por se saber o empenho e energia mobilizadas para a passagem da Rota. Os “Rebimba o Malho” cadenciavam a marcha e as palavras de ordem “Feminismo para a frente, machismo para trás” e “deixa passar, sou feminista e o mundo vou mudar”.




...

A música, colocada em pausa por momentos, deu lugar a uma leitura fulgurante, por Helena Faria, de um texto de Maria Velho da Costa. A marcha ficou em suspenso. Silêncio era só o que se ouvia. Só quando a Helena disse “Então?! Festa!” é que a marcha reiniciou.

Foi também momento do lançamento, pela Marcha Mundial das Mulheres, da campanha “Nem mais uma” (mulher assassinada). O colorido dos cartazes foi sublinhado pelas braçadeiras negras, sendo feito o desafio de se usar essa braçadeira quando uma mulher for assassinada; como forma de denúncia.
...
Com o autocarro mais composto, pelas companheiras que se juntaram em Coimbra, a rota rumou ao Alentejo, parando em Santarém, onde um grupo de estudantes da ESES esperava, resistentemente, a chegada da rota. E lá fomos espalhar o feminismo pelas ruas, com direito a mais uma performance e a fotografia nas escadas da igreja, como se de um “casamento” se tratasse. “Com o feminismo!”, acrescentaram.

...

O jantar, em Évora, foi seguido por concerto na associação “Pé de Xumbo”. O cansaço rapidamente foi abafado pela música dos “Tanira” -que obrigava à dança. E era ver todo o grupo efervescente. No final, Maria José Magalhães, sobe ao palco para agradecer o acolhimento da rota e aplaudir o trabalho do grupo musical porque, sublinha, “a música é uma forma de libertação!”.



A noite termina em Beja, na Pousada da Juventude, onde a expectativa de visitar o monumento às mulheres alentejanas, inaugurado nesse dia, velou o sono.

sexta-feira, março 7

Na ROTA DOS FEMINISMOS ou... a caminho do Congresso Feminista 2008

Diário de Bordo: 1º dia

Saímos do porto às 7.45h com direito a Porto Canal. Pelo caminho, a Fina d'Armada ia contando histórias das mulheres das localidades por onde iamos passando. A Maria José Magalhães, de energia contagiante (como sempre, aliás) lá ia convocando as presentes à cabine de som (leia-se microfone) para se apresentarem: "As mulheres não têm de temer falar em público. Temos de tomar a palavra! Vamos lá!". A Manuela Tavares falou da Madalena Barbosa, da Maria Lamas e a sua viagem pelo país e tivemos direito a leitura de excertos d' "As mulheres do meu país", pela Artemisa Coimbra.


Chegadas a Melgaço, fomos recebidas pela vereadora da cultura Maria José Codesso e depois de uns minutos na câmara, seguimos para a feira. Pelo caminho, de panfletos, megafone e perguntas na mão, falamos com algumas mulheres.

A uma perguntei:
- Então já ouviu falar disto dos feminismos? Sabe o que é?
Respondeu que não, de olhar humilde, lenço negro na cabeça e o bigode sem timidez.
Perguntei-lhe se achava que mulheres e homens são tratados da mesma forma, ao que respondeu:
- Não, menina. As mulheres são mais maltratadas, não é?
- O feminismo é lutar para que isso mude; para que mulheres não sejam maltratadas, como diz; é, muito simplesmente, para que mulheres e homens possam ter os mesmos direitos.
- Ah... é isso o feminismo?! Então sou feminista!
Ganhei o dia logo ali! Mas a rota seguiu.



Na feira fizemos uma performance: sendo nós barro (estátuas no meio da praça), a Maria José Magalhães ia pedindo às pessoas em volta que dissessem como era a mulher ideal.
- É trabalhadeira! - dizia uma mulher que passava. E logo uma de nós, esculpida pela Deidré Matthee, assumia a postura de uma mulher a trabalhar. (as fotos vêm mais tarde, que as mãos eram de barro e não podiam segurar a câmara).
- É uma mulher dos calendários! - e lá ia a escultora trabalhar o barro.
- É a que faz tudo o que homem quiser

- A mulher ideal? A mulher ideal sou eu!

E as esculturas continuaram, comandadas pelo megafone.

Seguimos viagem. Viana do Castelo foi a paragem seguinte.
E aí ouvimos coisas como "a mulher ideal é forte.", "é o mundo", "é solidária e companheira", "é pensadora"... e muitos outros "é's".







Já em Braga, o almoço foi na Universidade, seguido de uma tertúlia na "Velha-a-Branca", organizada pelo núcleo de Braga da comissão promotora do Congresso Feminista 2008: Anabela Santos, Catarina Dias, Sylvie Oliveira.

E procuraram-se as Simone de Beauvoir, com a companhia de Maria Helena Alvim, Maria José Magalhães, Zara Pinto Coelho e uma sala cheia.




Antes da retomada ao Porto, uma paragem em Famalicão. Muitos e muitas estudantes a responderem a'"o que é o feminismo?". No meio de tantas mulheres e homens interessandos/as e a dizerem-se feministas, um "feminismo é o contrário de machismo, não é?", passou quase despercebido, não fosse uma ideia recorrente.























O ciclo fecha-se no Porto, com o Diário de Bordo deste primeiro dia. As organizadoras: Vânia Martins, Ilda Afonso e Artemisa Coimbra projectaram as fotos (algumas delas aqui), fizeram o balanço (saldo -muito- positivo!) e para muito mais não deu que o dia ia longo e o jantar esperava.
Amanhã, às 7h00 a rota retoma, desta feita em direcção ao Alentejo: Vouzela, Viseu, Coimbra... mais performances, lançamento da acção "Nem mais uma!" (mulher assassinada), pela Marcha Mundial das Mulheres, baile na associação "Pé de Xumbo" e dormida nas camaratas da Pousada da Juventude de Évora.
Mas mais haverá.


(Também) porque é Dia Internacional da Mulher,

vamos espalhar os feminismos!

segunda-feira, março 3

Gabriela Llansol 1931-2008

Uma belíssima homenagem da UMAR, num texto escrito por Maria José Magalhães e Albertina Pena, pode ser lida aqui.


No adeus, uso as suas palavras, na dedicatória daquele que seria o primeiro livro de Llansol que eu leria:

Um abraço apertado a uma desconhecida

quinta-feira, fevereiro 28

Prostituição ou Trabalho Sexual?

Não tinha a minha posição sedimentada acerca da prostituição/ trabalho sexual. O curso livre da UMAR sobre o tema ajudou a clarificar algumas posições e (in)disposições. Os regimes, paritariamente representados (50% abolicionistas, 50% regularizadores – ou pela normalização, como também chamaram – e aqui apetecia-me fazer um parênteses dentro de outro parênteses que isto da normalização faz muita comichão, mas adiante), dizia: os regimes, paritariamente representados, forneceram informações e argumentos provenientes tanto de estudos académicos como de activismo junto das mulheres. Ouviu-se, atenta e sedentamente, as diferentes perspectivas.

O discurso abolicionista soou a déjà vu: já (ou)vi isto em qualquer lado… pois (ou)vi. Foi na campanha pela des-penalização do aborto. Ora se numa campanha determinado argumento é válido, pode deixar de o ser em algo que, aparentemente desligado, se reduz a princípios semelhantes?

Senão vejamos:

Se é argumentado o direito das mulheres decidirem sobre os seus corpos, na IVG, porque não é válido para o trabalho sexual?

A regulamentação não aumenta a IVG, mas aumentaria a prostituição?

Defendermos a autonomia e liberdade das mulheres na decisão de fazer ou não uma IVG é válido mas já não é noutros decisões sobre os seus corpos/ vidas?

Rejeitar paternalismos na IVG é seguro e vamos nós a correr defender a prostituta que não sabe que/como é vítima?

Se histórias de vida, entrevistas em profundidade com trabalhadoras do sexo revelam que elas querem a regulamentação vamos nós dizer-lhe o que é melhor para elas? Nós, as iluminadas?

Dizer “alguém quer que a sua filha faça um aborto?”, como forma de propagandear o NÃO é repugnante mas é válido dizermos “alguém quer que a sua filha seja prostituta?”?

Não parece o mesmo que mostrar imagens de fetos? Em que é que isso ajuda quem está grávida e tem de decidir o que fazer? Em que é que isso ajuda quem trabalha na prostituição?

Dizermos nós o que é melhor para cada mulher; dizer que uso ela deve fazer do seu corpo, da sua vida não será elitismo nosso?

Estaremos isentas da moral em que fomos socializadas? Não será a visão da prostituta como vítima moralismo nosso?

Não será reforçar a visão tradicional da sexualidade da mulher? Uma visão sentimentalista, de passividade…?

Misturar tráfico, prostituição e abuso sexual num mesmo saco, não será como mostrar fetos de 20 semanas e dizer que tem 10? Não será manobra de distracção e sensacionalismo?

Se é válido o argumento que o aborto não desaparecerá, logo há é que criar condições para que seja feito em segurança, não o é para o trabalho sexual – se este nunca deixará de existir?

Achar que o argumento do NÃO de que o investimento deve é ser feito na prevenção/ educação sexual é falacioso e já não o é para a prostituição?

O abolicionismo luta contra a estigmatização ou aumenta-a por estar sempre a dizer que as mulheres que são e querem ser prostitutas são coitadas?

Não será continuar o já iniciado há séculos, com a separação da mulher boa da mulher má/ pecadora?

Não permitirá a regulamentação uma visão desmistificada destas mulheres e desta actividade/ profissão?

... que acham ocêses?

sexta-feira, fevereiro 22

Mulher Sem Tempo Para o Ser

Hoje venho dar a conhecer um novo blog!
Um blog que pretende abordar o tema " Mulher".
Um blog que pretende recolher opiniões não só de mulhheres mas também de homens.
Um blog que servirá de desabafo.

Porque uma mulher não é só mulher!

E porque o tempo é importante para o equilibrio de uma pessoa!!!

Mulher Sem Tempo Para o Ser

Bem Hajam!

quarta-feira, fevereiro 20

Novo prazo para inscrições: 4 de Março

Na "ROTA DOS FEMINISMOS" ou...a caminho do CONGRESSO FEMINISTA 2008

Tal como Maria Lamas percorreu Portugal nos anos de 1940 para conhecer as alegrias, os trabalhos e as dores das mulheres do seu tempo, também a UMAR, a Comissão Organizadora e Promotora do CONGRESSO FEMINISTA 2008, nos dias 7, 8 e 9 de Março, na “ROTA DOS FEMINISMOS”, ruma às cidades e vilas portuguesas, na demanda dos sentires e dos quereres das portuguesas do séc. XXI.
Avançaremos quilómetros de olhos e ouvidos ávidos de diálogo com mulheres e raparigas; de ouvir as suas vozes; de conhecer os seus quotidianos.

Ouviremos o que significa hoje ser feminista no Minho, nas Beiras, no Alentejo, no Algarve, assim como em cidades como Coimbra, Braga, Porto, Setúbal e Lisboa.

Questionaremos se a nossa acção como feministas tem eco nas suas vidas, se o feminismo tem sentido para elas, se faz alguma diferença.
Procuraremos conhecer as suas aspirações, desejos e expectativas, trazendo, no banco da frente, valiosos contributos para pensar a agenda feminista no CONGRESSO FEMINISTA 2008, a realizar-se a 26 e 27 de Junho na Fundação Gulbenkian e 28 de Junho na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, vamos espalhar o feminismo!
DIA 1: Sexta-feira, 07.03.08
7:00 Partida do PORTO
8:30 VALENÇA
9:30 MELGAÇO
10:30 VALENÇA
11:00 CAMINHA
12:00-13:00 VIANA DO CASTELO
14:00-17:00 BRAGA Almoço + actividade na Universidade do Minho
18:30 VILA NOVA DE FAMALICÃO
20:00 PORTO Jantar e dormida

DIA 2: Sábado, 08.03.08 DIA INTERNACIONAL DA MULHER
7:00 Partida do PORTO
9:00-10:00 VOUZELA
11h-13h45 TONDELA Almoço
14h30-16:00 COIMBRA Actividade no Parque verde da cidade
17:00-18:00 SANTARÉM Actividade na Escola Superior de Educação
20:00 ÉVORA Jantar
BEJA Dormida na Pousada Juventude


DIA 3: Domingo, 09.03.08
9:30 Partida de BEJA
10:30 SERPA Actividade
12:30-15:00 ALMODÔVAR Almoço
17:00-18:00 S. BRÁS DE ALPORTEL
20:30-23:00 SETÚBAL Jantar
23:00 Regresso ao Porto

Em todos os locais de paragem, à excepção dos de partida, há actividades dinamizadas por associações locais. Contactos/ inscrições: Artemisa Coimbra: 967512334/ ascoimbra@netcabo.pt; Ilda Afonso: 918139163/umarporto@sapo.pt

Mais informações em http://www.congressofeminista2008.org/

Tão certo como 1+1 ser igual a...

terça-feira, fevereiro 19

O que para aqui vai

... e fiz o teste duas vezes. Parece que deu... rosa.



#1 Anarcha-feminism:
Anarcha-feminism recognizes the patriarchal domination of women as a key part of a society thoroughly founded on hierarchy and coercion, and seeks to organize women with other oppressed groups - in particular, workers and people of color - as part of a systematic fight against all forms of hierarchy, domination, and government.

#2 Eco-feminism:
Theory that rests on the basic principal that patriarchial philosophies are harmful to women, children, and other living things.

#3 Radical feminism:
Radical feminist analysis identifies patriarchal sexual politics as a fundamental organizing principle pervasive in all aspects of modern and historical societies. Radical feminist activism works to organize a mass movement uniting women to abolish sex-class on political, economic, and cultural levels.

domingo, fevereiro 17

Cursos Livres UMAR


Prostituição/Serviços Sexuais (23 de Fevereiro)
Convidada(o)s:
Manuel Carlos Ferreira da Silva (NES/UM)
Isabel do Carmo
Helena Neves (Univ. Lusófona)
Teresa Puerta Pelayo (Colectivo Hetaira)


Tráfico de Mulheres (12 de Abril)
Convidada(o)s:
Isabel Varandas (CIG)
Madalena Duarte (CES/UC)
Lorenzo Bordonaro (CEAS/ISCTE)
Medina Omarkhanova (Solidariedade Imigrante)

INSCREVE-TE!

mais informações em: http://www.umarfeminismos.org/

quinta-feira, fevereiro 14

International Feminisms in Historical Comparative Perspective, 19th-20th centuries

25 February, 2008 – 9,00h
Polivalente Room
Instituto Ciências Sociais, Universidade de Lisboa

Ver programa aqui. mentira. É aqui.

quarta-feira, fevereiro 6

Sedução| conspiração


O “Público” dava-o como um filme acerca DO desejo feminino. Enrijeci -as generalizações abusivas costumam ter esse efeito. Fui, reticente, vê-lo, mas saí exclamatória. Apesar de não ser sobre O desejo feminino (havia dúvidas?), é sobre os desejos de uma mulher (que deixá-lo no singular é ceder ao marketing enganoso dos filmes – desejo=sexo): o que ela quer desejar, o que teme desejar, o que deseja não temer, o que deseja desejar… E a forma de construir o enredo à volta destes quereres é absolutamente deslumbrante. Cuscas, não deixem de ver o filme!

sexta-feira, fevereiro 1

Estudos Feministas e Cidadania Plena

Só para lembrar que está quase e... deixar um link para uma notícia, saída hoje no "Ciência Hoje", sobre o colóquio.


8 e 9 de Fevereiro,
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

Programa