quinta-feira, julho 3
quarta-feira, julho 2
Aquela é que bem podia ser uma "notícia" do inimigo público
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7/02/2008
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Marcador: LGBT, Política(s)
"(...)Congresso Feminista: vírgula,"
Congresso Feminista 2008: um olhar retrospectivo [anabela santos]
Todos diferentes, todos feministas [sylvie oliveira]
Os feminismos e os desafios para o nosso século [colectivo feminista]
80 anos depois [joão manuel oliveira]
Dia II do congresso feminista 2008 [cristina l. duarte]
Política do estilo e estilo da política [miguel vale de almeida]
Congresso Feminista 2008 [sofia neves]
Dias animados [sem bikini]
Impressões do Congresso Feminista (I), (II), (III), (IV) [woman like you]
Mulheres [miguel portas]
Do congresso feminista, da marcha lgbt e do arraial pride [poppie] Da desconstrução [woab]
Média (ver também Elas nas notícias)
JN
RTP
Jornalismo Porto Net
Diário IOL1 e outro
Público 1, 2 e ainda
O mirante 1 e 2 e outro acabadinho de chegar
Se tiverem mais coisas, amandemdaí!
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7/02/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008
domingo, junho 22
"Se não aconteceu, podia ter acontecido"
Confesso que achei piada à tal “notícia” do inimigo público. Quando a coloquei aqui, não era em tom de reprovação, senão tê-lo-ia dito. Tudo bem que é apenas um rebuscado uso do estereótipo de sempre (as feministas, os soutiens e tal) mas não deixa de ter a sua piada.
As brincadeiras ditas inofensivas são perigosas, é sabido. Mas perigoso é também não ignorar as piadinhas e dar-lhes uma importância que não têm.
MTH tem todo o direito e razão, no meu entender, para se sentir difamada. Deve ser desgastante colocar o nosso nome em tudo o que tenha a ver com um determinado assunto, mesmo quando “pouco” temos que ver com ele (neste caso, a organização do congresso feminista). E as aspas em afirmações que não foram proferidas é desleal. Mas desleal é todo o inimigo público!
A troca de cartas entre MTH e o jornal, bem como a recusa, por parte deste, do exercício de direito de resposta são alvo das sábias apreciações do provedor do leitor, Joaquim Vieira.
O homem nem vai mal ao “relatar” o sucedido. Mas esse sumarento QuimVi acaba por mostrar o seu, intestinalmente falando, poder. Lá para o final do “artigo” começa a ficar verde e, armado em jornalista do inimigo público, tenta (-tenta-) fazer piadinhas; essas sim: infantis, fáceis e… deixa cá ver… é isso: simplesmente parvas. Como as anedotas sem qualquer piada em que ficamos com pena e envergonhadas/os pela pessoa que as conta:
“Ficará desapontado o leitor que […] espera que o provedor reproduza o conteúdo da nota do IP sobre M.T.H., pois não o fará. Não porque o considere ofensivo para a escritora. O IP apenas faz uma caricatura da sua militância feminista no tom habitual […], não vislumbrando o provedor razões para a indignação da visada ou da sua claque paulista. A sátira pressupõe distanciamento, tolerância, poder de encaixe e um sorriso… mesmo que amarelo. Não que a levem tanto a peito (…)”.
‘pere lá, QuimVi, pode não concordar, mas daí a não ver as razões ou é cegueira ou simplesmente uma visível… deixa lá ver… (só me lembro de sons) ih ôh!
E porque chama as leitoras que expressam o seu acordo com MTH de claque? Era suposto dar uma risadinha? Pois não tem piada. É só… deixa lá ver… estúpido, infantil, menorização e desrespeito pelas leitoras.
E será aquele toque tããããããooooo subtil do peito o que penso? Bem, se é, está no seu melhor, QuimVi. Muito…. Deixa lá ver… inteligente, humorado e desprendido. Tal como as feministas devem ser! Isso é que é levar as coisas com leveza e sabedoria, QuimVi.
E já agora, alguém explica ao senhor que o uso da 3ª pessoa do singular para se referir a si próprio tem direitos de autor da classe futebolística?
QuimVi teve direito ao seu momento brilhante e não defraudou os seus seguidores e seguidoras: ainda intestinalmente falando, cumpriu a missão.
Puxem o autoclismo.
Agora a sério: é tudo a brincar!
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6/22/2008
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Marcador: Assholes, Mulheres e Média
terça-feira, junho 10
sex and the shitty
I had been looking forward to seeing Sex and the City, the movie. I did not care if it was the film version of chick-lit or about how (un)feminist it might be. I thought it would be fun. Harmless fun (like the way the show would encourage us to think about sex) and, more importantly, a celebration of women's friendships. Instead it turned out to be little more than charmless puns and a grotesque celebration of women's fashion. Lets face it: the characters of Carrie and company were impossible little boxes (no pun intended) in which no "real" woman would fit. But the movie takes the clichés to the extreme, as if intentionally trying to show exactly how shallow are Carrie (Scary, the fragile fashionista), Charlotte (ain't she sweet; look how sweet she is; oh she's so sweet, there's nothing more to her really, and see: she's the happiest, luckiest, fairest of them all), SaMantha (who's lost touch with herself - she does not even masturbate while spying on the nymphoman next door) and Miranda (I was never really fond of her, so best not say anything). But okay, their friendship runs deep so one is willing to overlook this. A more glaring stereotype is that of Carrie's quick-lets-put-a-black-woman-in assistant (maid), Louise from the South... but maybe they were being ironic. Same goes for all the other others: the comic relief camp gayfriend, the Mexican waiters and/or bellboys... but relax, it's just a movie. I admit, the movie had its moments - there were even parts that made me want to cry (I mean in a good way). It's just a shame that there were only a few parts that really made me want to laugh.
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ddm*
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6/10/2008
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sábado, junho 7
FEMINISTAS MODERNAS VÃO QUEIMAR IMPLANTES DE SILICONE NA GULBENKIAN
Inimigo Público, 06/06/08
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6/07/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Estereótipos das/dos feministas
sexta-feira, junho 6
Só boas notícias
- O primeiro doutoramento em Estudos Feministas em Portugal arranca em Setembro na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), revelou hoje à agência Lusa a coordenadora executiva do programa.
(...) As candidaturas começaram segunda-feira e decorrem até 25 de Julho, segundo o sítio na Internet, disponível em http://www1.ci.uc.pt/geaa/ ...
- O Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores (APE) foi atribuído ao livro "Entre dois rios e outras noites", de Ana Luísa Amaral. ...
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6/06/2008
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Marcador: Estudos Feministas; Sobre as Mulheres e de Género, Poesia
quinta-feira, junho 5
terça-feira, junho 3
Por baixo de uma grande mulher está um grande homem

RESPONSIVE READING
We Commit to God and Each
Other
(...)
Students: Right now I commit to remaining sexually pure from this day until my wedding day.
Minister: The choice you have made isn’t an easy choice. But it is the very best choice. I will make a commitment to pray
for you.
Parents: When you are faced daily with new challenges, temptations, and responsibilities we will listen and do everything we can so that you can make this commitment a reality.
Students: I commit my body as a living sacrifice, holy and acceptable unto Christ, which is an act of worship.
(...)Students: We, as students commit ourselves to watch out for each other, and turn away from anything that would intentionally or unintentionally lead each other away from our commitment to wait.
Student Guys: In the plans we make
Student Girls: In the way we choose to dress
Student Guys: In our conversation
Student Girls: and in our time
Students: We commit to this goal of purity and abstinence before marriage.
Minister: Sex is an incredible gift within the marriage covenant but it destroys the lives of those outside God’s plan.
All: We as the body of Christ commit to God’s foolproof plan and the exciting future that we hold in
our hands.
Minister: Amen.
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6/03/2008
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Marcador: A Bela Acordada, Assholes, Direitos Sexuais e Reprodutivos
segunda-feira, junho 2
Feminismo para quê?!
(...)
Apesar do trabalho das activistas dos direitos das mulheres ser inaceitável na sociedade iraquiana, havendo registo de pelo menos duas mortes, em Fevereiro de 2006, os relatos de Mariam e Faisal, que ficaram apenas feridas, apontam no sentido de uma execução de Leila. "Quando estavam a disparar, concentravam-se nela e não em nós." Leila foi a enterra num funeral organizado por um primo do seu marido e pelo pai de Mariam.
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6/02/2008
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Marcador: Feminismo para quê?, Mulheres e Média, Violência Doméstica
domingo, junho 1
Junho ao rubro: conferir naquela coisita rotativa ali ao lado
Já não bastava o Congresso Feminista, o Colóquio do CES, o Congresso de Sociologia, a Marcha LGBT ou Congresso de História da Educação e ainda teremos a Spivak na Faculdade de Letras da Univ. Coimbra...
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6/01/2008
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Marcador: Agenda, Feminismos do Sul, LGBT
quarta-feira, maio 21
going back home
Diz mesmo “às mães”?!
Claro que diz! Bem sabemos que a ligação da mãe com o rebento é coisa que pai não alcança; sabemos que a mãe tem o instinto de cuidar das crianças; sabemos que é natural que as mães sejam mais cuidadoras, atentas, carinhosas com os filhos e filhas. A natureza dócil e generosa fez das mulheres educadoras.
Toda a gente o sabe! Como negá-lo?
Então que fique a mãe em casa, a dedicar toda a sua inteligência e emotividade aos rebentos. Que estude apenas o que possa ser útil aos filhos e filhas; para poder ajudá-los/as nos trabalhos de casa; que vejam apenas desenhos animados para ter acesso ao imaginário das suas crianças; e que não trabalhem. Isso seria um passatempo muito perigoso para as crias. Já o pai –toda a gente sabe- não se pode dedicar a essa tarefa. Tem de caçar; trazer o sustento para casa. Pode até não passar nenhum tempo em casa, desde que a sustente e crie as condições físicas e materiais necessárias para que a mamã eduque as crianças. Estas estão já habituadas à ausência do papá. Ter o papá em casa é que podia ser perigoso. Que raio de modelo de masculinidade seria esse? Imagine-se as confusões que criaria aos pequenos e pequenas… não queremos que as nossas crianças cresçam confusas. Queremos que tenham tudo em gavetas, bem definido; queremos que saibam desde novas quais os papéis que assumirão quando crescerem. Isso tem já de ir definido, senão o que seria do nosso mundo, senhor?
Vá, mamãs, já chega de brincar a gente grande que trabalha.
Vamos mas é para casa fazer o que melhor sabemos!
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5/21/2008
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Marcador: Cartoon, Feminismo para quê?, Mulheres e Média, Papéis de Género, Sexismo
a tongue of (no) one's own
...
...
Nourbese
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5/21/2008
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Marcador: Escrita (d)e Mulheres, Mulheres contra Mulheres, Poesia
O estacionamento exclusivo para mulheres...
E nas dos homens temos esta gentiliza:

Comentários à notícia:
O motivo é errado porque o problema não é o esterótipo das mulheres conduzirem mal, até porque nada indiciava tal afirmação.O motivo certo, aliás reconhecido pelo proprietário do Centro Comercial, é que a gentileza com as senhoras é descriminatória para o género masculino.Só uma mente tortuosa poderia afirmar que a atitude é descriminatória para as mulheres, pois elas teriam o estacionamento facilitado em relação aos homens.
Igualdade? Sim, mas não esquecendo a Verdade! 2008-05-21 / 12:14 por: Josue
Eu acho que TODOS os centros comerciais deviam ter lugares especificos para Deficientes, Idosos, e Mulheres. Não se trata de uma questão de igualdade, trata-se sim de uma questão de Verdade. Quem conduz todos os dias sabe e vê que as Mulheres têm menos capacidade de conduzir e estacionar. Existem excepções como em tudo, também existem homens que conduzem muito mal. E não me venham com as historias das "estatisticas" que dizem que as mulheres têm menos acidentes graves... é um facto que têm menos acidentes graves, mas têm mais acidentes, os chamados "toques" que empatam o transito. Ao menos os Homens quando batem, batem a serio.Desta forma penso que elas deviam de facto ter lugares especificos, bem largos e pertinho das portas. Eu não me importo de andar mais, desde que chegue ao meu carro e não tenha riscos ou amolgadelas pela falta de cuidado que estas têm com o abrir de portas e a estacionar. Sim porque sabemos que os Homens por norma "amam" o seu carro, as mulheres olham para o seu veiculo como "um veiculo libertino de igualdade" .
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5/21/2008
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Marcador: CIG, Estereótipos, Feminismo para quê?, Mulheres e Média
terça-feira, maio 13
"UMAR-te assim perdidamente" ou... a Caminho do Congresso feminista 2008
12 de Maio_Pulsos de Ferro
Hoje, a luta não é apenas pela conquista, mas também pela conservação dos nossos direitos
Na convicção que o conhecimento da historiografia é um trajecto emancipatório, o ciclo de cinema “UMAR-te assim perdidamente” inaugurou sete dias de fimes e debates com a exibição de “Pulsos de Ferro” (Iron Jewad Angels, de Katja von Garnier) que retrata a luta das sufragistas norte-americanas pelo direito ao voto.
Focando-se na forma como as activistas Alice Paul e Lucy Burns desafiaram as fronteiras políticas -criando uma ala radical que as demarcaria do restante movimento sufragista -“Pulsos de Ferro” culmina com a conquista do direito ao voto em 1920.
Fazendo a ponte com a situação vivida em Portugal, durante o Estado Novo e imediatamente a seguir à revolução de Abril, Irene Pimentel e Fina d’Armada conduziram, num tom intimista e informal, a viagem pela história, cruzando questões de desigualdade social, económica e política dos sexos.
A história foi mote para pensar e debater os movimentos sociais e a situação presente de muitas mulheres, sublinhando-se a forma como a desigualdade entre mulheres e homens é hoje sub-repticiamente mantida e reforçada.
Porque o tema foi também a difícil gestão do tempo ou a dupla jornada de trabalho a que muitas mulheres estão sujeitas -e porque a noite ia longa- a conversa terminou na certeza de que uma luta, por ser antiga, não se pode dizer obsoleta.
(clicar na imagem para aumentar)
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5/13/2008
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Marcador: Agenda, Cinema, Congresso Feminista 2008, Feminismo para quê?, Histórias para não adormecer, Marcas/os Feministas, UMAR
segunda-feira, maio 5
Semana da Sexualidade sem tabu

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5/05/2008
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Marcador: Agenda, Cinema, Congresso Feminista 2008, Sexualidades, UMAR
domingo, maio 4
UMAR divulga
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5/04/2008
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Marcador: Observatório de Mulheres Assassinadas, UMAR, Violência Doméstica
quarta-feira, abril 30
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4/30/2008
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Marcador: Congresso Feminista 2008, Feminismo para quê?
terça-feira, abril 29
Por que odeio o feminismo… post fixo (já cá voltamos)
Aproveita para dizeres tudo o que te apetece, sem pensar a quem o dizes e sem saber como te responderá.
Não importa quem o diz ou como o faz. Importa apenas recolher várias ideias.
As respostas serão depois aqui publicadas.
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4/29/2008
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Marcador: Pura cusquice
segunda-feira, abril 21
Notícias
Bernardo Joffily, Vermelho Portal
Nasrin Afzali foi declarada culpada de «perturbação da ordem pública por ter participado numa concentração, em Março de 2007, diante do Tribunal Revolucionário de Teerão», que ia julgar outras feministas, segundo explicou o seu advogado, Mohammad Mostaphaie, ao jornal Etemad Melli.
a União - Jornal Online
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4/21/2008
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Marcador: Documentários, Feminismo para quê?, Feminismos do Sul, Mulheres e Média





