segunda-feira, outubro 20

Artigos sobre Poliamor, no JN

  • Amores múltiplos sem tabus
    Histórias de portugueses que assumem o fim da exclusividade e vivem relações abertas com vários parceiros. Sem fidelidade e sem enganos.


Mais informações sobre Poliamor: Site Português / Blogue Our Laundry List

8 comentários:

ImpossiblePrince disse...

Infelizmente, isso está mesmo cada vais na moda. Temo que seja o futuro... :x

Nuno Santos Carneiro disse...

Temo mais o presente que o futuro. O presente dos equívocos, da imposição de formas únicas de amor e de amar, da baralhada que tanto o poli como o uni(?)amor podem criar, de tudo isto que não sabemos ainda, assumamos, como digerir sem contudo sabermos digerirmos o que (não) temos. Temo que a infidelidade não seja tão plástica como às vezes o poliamor me transmite que quer que seja, na mesma medida em que temo que a fidelidade não seja tão rígida como muitos dos uni(?)amores se proclamam, uma vezes com, outras vezes sem genuína crença.
Não temo por mim, como não temo pelo meu presente nem pelo meu futuro, enquanto uni(?)amoroso em que até aqui me revi e em que pretensiosamente me projecto em tempos vindouros. Mas não é de mim que falamos, somente de mim a fazer esforço (assumo a arrogância) de perceber na pele que é mesmo possível que os amores sejam múltiplos. O talvez da multiplicidade não deixa de me aparecer, até que menos centrado consiga (não sei se...) resultar-me.
Merci pela recolha dos artigos em oferenda blóguiga.

Filomena Barata disse...

ai, ai ... "não foram" as posses, quando nos assomam os ciúmes à porta !!!

kris disse...

Não concordo muito com essa nova moda...já li vários artigos sobre o assunto, e há pessoas que se dão lindamente e gostam de viver assim...podem chamar-me retrógada..mas é uma ideia nova que a mim não me seduz em nada.

Luis disse...

Estamos a falar de quê: de namoros sem compromissos? Isso sempre existiu, não tem nada de complicado, só o nome parece ter mudado! Já se em causa está um "substituto" do conceito conhecido de casamento (hetero ou homo), parece-me que as diferenças são tantas que não se trata de um substituto. Sem dúvida é uma opção, cada vez mais defendida e, portanto, também popular. Nós vamos pelo casamento (quando ele for possível), é esse o nosso objectivo! Beijinhos dos gajos,

kris disse...

luis,


não acho que seja o nome apenas a mudar...segundo o que li, em blogs e artigos...o Poliamor é com pessoas com namoros oficializados, casamentos..gays ou não...e que tem este tipo de vida.É certo que cada um sabe o que quer p'ra si.Apenas para mim...não...

antidote disse...

obrigada por linkar para o laundrylist.

isto nao é uma moda recente, é coisa que já está "aí" solidamente, ha bastantes anos, na minha vida e de muitos outros, mesmo noutras geracoes.

nao sao relacoes sem compromissos. Sao relacoes com outros compromissos. igualmente validas, igualmente serias ou igualmente pouco serias.

nós estamos ai. nao teem todos de ser como nós. mas valemos tanto como os outros. queremos tanto como os outros ser felizes e que nao nos tentem dizer como.

perguntas e comentarios benvindos...

Miss Kin disse...

Li uma reportagem há pouco tempo numa revista e achei que devem existir muitas pessoas a quem esse tipo de relacionamento fazem mesmo falta, aquela malta que se apaixona do mesmo modo de 2 pessoas diferentes, eu ñ consigo conceber sentir isso, mas como já dizia a outra "ñ negue à partida uma ciência que desconhece" e por isso, acho que sim, se fizer gente feliz, força!

Do outro lado da moeda vão estar as pessoas que se apaixonam por outras, adeptas do poliamor, e que não aceitam essa dualidade, ou "trialidade"...