quinta-feira, setembro 4

Espaço ao sobrenatural (uma rubrica ficcional)™



MFL, ciente da importância e urgência do tema, já respondeu:

"Eu não sou suficientemente retrógrada para ser contra gajos espancarem as suas mulheres. Aceito. São opções de cada um, é um problema de liberdade individual, sobre a qual não me pronuncio".

E continuou: "Pronuncio-me, sim, sobre o tentar atribuir o mesmo estatuto daquele que é um ser para ser espancado, perdão, educado igualmente ao estatuto daquele que é o ser dotado de inteligência superior que pode e deve recorrer à violência para exercer o seu legítimo poder".
"Admito que esteja a fazer uma discriminação porque é uma situação que não é igual. A sociedade está organizada e atribui aos homens um determinado tipo de privilégios, tem determinado tipo de regalias e de medidas fiscais no sentido de promover a família heterossexual e do seu chefe, até porque numa família homossexual como é que sabemos qual dxs gajxs é o homem e qual é a mulher? Fica tudo muito confuso", concluiu.

3 comentários:

Condessa X disse...

MORTA DE RIR! Deixam-me bikiná-lo para aqui?

cuscavel disse...

Bikinai-o, pois! :)

rosa que fuma disse...

LOLOL!!!!
vivó meme!